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Tempo de férias!

por Teresa, em 17.08.16

Estar de férias é a melhor coisa do mundo!

 

Todos os anos, desde criança, faço a contagem decrescente para o início das ditas!

 

O cansaço acumulado é tanto que, nos últimos dias de trabalho, me limito a arrastar o corpo, de casa para o emprego e vice versa!

 

Quando finalmente o meu cérebro regista que estou,finalmente, de férias, sinto que me sai um enorme peso de cima de mim.

 

Nos primeiros dias fico em modo " zombie": vagueio por toda a casa, não me apetece pensar, nem fazer o que quer que seja... limito-me a olhar para o vazio e a ouvir o silêncio !

Segue-se o ritual de todos os anos: arranco o relógio do pulso, e durante aquele período , não quero saber do tempo... Eu sei que inevitavelmente ele continua a passar.... e nada o fará parar , mas durante as férias não preciso de saber a quantas ando , nem se estou atrasada, ou adiantada, para o que quer que seja .

 

Nos dias que se seguem a esse modo zombie começo a preparar-me para a festa ! É tempo de quebrar com a rotina, agarrar nas minhas preciosidades ( família, cadela, livros, iPhone e uma ou outra roupinha de praia) e zarpar para outras paragens !

Há um destino que é obrigatório  repetir em cada ano da nossa vida : o Algarve!

 

o Algarve é fabuloso ( que o digam os estrangeiros que lhes chamam "um figo"!)

Eu adoro as praias fantásticas de água quentinha, a hospitalidade, a comida , os bares e restaurantes maravilha, as noites...

 

Na infância e adolescência a minha zona preferida era a de Albufeira e Vilamoura, porque estava na idade de adorar a confusão.

 

Agora, bem mais velha, prefiro sítios mais calmos.

 

Este ano o destino foi,mais uma vez, Tavira. Deixo -vos o vídeo que coloquei no YouTube.

 

Se gostarem façam like e partilhem.

 

A maminka deseja a todos umas óptimas férias, no Algarve,é claro!

publicado às 23:42

Férias e livros: sempre!

por Teresa, em 24.08.15

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Férias são sinónimo de praia, sol, mar, dormir, estar em família, rir, espairecer...mas não concebo falar em férias sem, de imediato, pensar em livros.

 

Apesar de ler ao longo de todo o ano, é nas férias que a leitura tem um sabor especial e único!

 

Tenho todo o tempo do mundo para entrar nas histórias, nas vidas das personagens, de me entusiasmar , de me emocionar, de ler sem parar!

 

E isso é tão bom! Isso sim são férias!

 

É por isso que é muito importante escolher os livros que se levam na mala!

 

Este ano venho acompanhada de dois livros, que estou a ler em simultâneo :

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1- Um deles foi muito recomendado pelos amigos da blogosfera e colocado no Top 10 de toda as revistas da especialidade: "A rapariga no comboio" Ainda só li as 100 primeiras páginas e estou a adorar! Não é um mero thriller! É um livro fantástico , absorvente que nos surpreende, sempre e mais em cada página, e à medida que vamos avançando na sua leitura! Adormeço a lê-lo e acordo a pensar nele! Será que se mantém assim até ao final?! A ver vamos...

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2- O outro livro, não é de ficção (infelizmente é bem realista), chama-se " Os bébés de Auschwitz"e foi comprado depois de ter visto um documentário na televisão sobre uma dessas bébés que hoje já é avó.

É um livro muito bem escrito pela biógrafa Wendy Holden que descreve a história da vida incrível de três mães, antes e depois de serem levadas para os malditos campos de concentração !

É arrepiante só imaginar o que terão passado !

 

É de louvar tanta coragem e dignidade!

 

Como conseguiram estas mulheres, sobreviver a tanta humilhação, a condições de vida desumanas, a tanta fome,tanto frio,tantas dores, e tanto HORROR?!

 

E, como é que, mesmo contra tudo e contra todos, conseguiram dar à luz, e até amamentar, os seus bébés, apesar da extrema magreza em que se encontravam?!!!

 

Sabem que mais? Depois de ler este livro olhei para o céu e fiquei infinitamente agradecida a Deus por ter tido uma maternidade fantástica.

 

Tive enjoos? Incharam-me as pernas? Não conseguia dormir bem com o barrigão? Chorava por causa das hormonas? Tive de ficar três meses de cama porque corria o risco de abortar? Tinha muito medo do parto?

 

Pois, ao pé destas 3 mães que tiveram de mentir, enganar a fome, o frio, a dor na alma, que ficaram sem maridos, e sem grande parte da família, as minhas queixas durante a gravidez , foram só mimalhice acumulada !

 

Leiam e vejam se eu não tenho razão!

publicado às 23:48

Férias, crianças e ar livre!

por Teresa, em 23.08.15

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 Férias com crianças são muito melhores se forem ao ar livre e em dias cheios de sol!

 

No meu tempo, sempre que íamos de férias, ouvia muitas vezes os adultos (pais, avós, tios) dizerem, entre dentes:"Que Deus nos ajude com o tempo! Se vamos para lá, com a criançada toda e nos chove em cima, "é a morte do artista"!

 

Nunca consegui perceber o significado disto. Porque receavam os adultos que a chuva poderia matar um artista? E de que artista estariam a falar?!

 

O que poderia correr mal quando nos preparávamos para ir para o Alentejo com os pais, avós, irmãos,alguns tios e primos?!

 

Só conseguia pensar nas nossas brincadeiras, nas descobertas que fazíamos, nos banhos na lagoa, no barco, nos nossos passeios, na risota pegada!

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Mas tudo isto era feito ao ar livre! Com céu azul, calor e muito espaço !

Tenho a certeza que nesse tempo passado cá fora, nas brincadeiras e nesse mundo só nosso,não incomodávamos ninguém!

 

Até porque os adultos queriam mais era sossego e preferiam ficar dentro de casa.

Assim chegávamos à fórmula perfeita: adultos para um lado, e crianças para o outro, o que significava férias-para-todos!

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Só depois de sermos pais e tios conseguimos compreender o porquê da chuva poder ser mesmo "a morte do artista".

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Se chove vamos todos para dentro de casa.

 

Acaba-se o ar livre e todas as brincadeiras cá fora!

 

E ... a partir daí o caldo está entornado! A criançada vira barata tonta sem saber o que fazer dentro de um espaço mais limitado e fechado! E,então, começa o massacre aos adultos:

 

- Quanto tempo falta para a chuva parar ?

-Não sei!

-Quando podemos ir lá para fora brincar?

-Não sei!

- O que é que podemos fazer aqui dentro de casa?

- Vejam televisão !

- Mas aqui não temos MEO!!!

- Peguem nos Tablets!

- Mas vocês proibiram-nos! Disseram que o ar puro nos fazia melhor!

-Sim ... Mas até parar a chuva podem voltar a jogar!

- Só que agora estávamos mesmo a gostar de brincar lá fora!

-MAS NÃO PODE SER PORQUE ESTÁ A CHOVER! 

-Que chato!!!

-Vocês é que estão a ser chatos! Vão para os vossos quartos falar, jogar ou fazer o que mais lhes apetecer!

- O pior é que queremos mesmo ir lá para fora!

 

Chegados a esta fase do diálogo, das duas, uma: ou as crianças são salvas pelo gongo, porque a chuva pára tão abruptamente como começou, e podem finalmente correr lá para fora e retomar a brincadeira, ou se fecham nos quartos, com um ar rezingão e amuado, como se toda a culpa do mundo fosse dos adultos ou, quem sabe, de um tal artista que deveria mesmo morrer assassinado!

publicado às 20:40

Fim de férias é isto...

por Teresa, em 30.08.14
Espreguiçadeiras vazias...
Uma última fotografia para recordar momentos irrepetíveis...
Só mais um mergulho e um último raio de sol

É tentar reter na nossa memória todas as imagens lindas deste verão...

E pensar que, o próximo, já não tarda aí!

publicado às 11:37

Saudades das minhas férias de criança!

por Teresa, em 18.08.14

O verão com crise, ou sem crise, é sempre uma das melhores coisas da vida! Então quando se está de férias .... não há melhor!

Há toda uma alegria no ar que aquece a alma, nos torna mais leves,mais tolerantes e nos faz pôr todos os problemas de lado: "Hospital? O que é isso? É onde trabalho? Ah... pois é ...claro! Agora assim de repente... não estava a ver!"

Se fechar os olhos quase consigo rever todos os verões da minha vida!

Que alegria era quando, no Alentejo ou no Algarve, se juntavam os primos todos e, num abrir e fechar de olhos, passávamos a ser uma família enorme.

Um quarto de duas crianças (na altura nós) se transformava, por magia, num quarto para 6 ou para 8 (dependia). Ainda hoje me ponho a pensar como é que cabíamos todas lá dentro e, mesmo assim, o quarto nos continuava a parecer enorme ?!!!

Ainda me lembro de à noite, no Alentejo, já adolescentes,a entrada para o nosso quarto se fazer pela janela, para não incomodarmos os pais, sempre que chegávamos a casa às duas ou três da manhã, vindas das nossas festas.
Depois ... a risota era tanta... que o efeito pretendido era posto em causa e...mais valia termos entrado pela porta.

E nos carros? Éramos sempre imensos os que iam no banco de trás! Não havia ainda cintos, nem regras de segurança a cortar- nos " o barato", e isso fazia de cada viagem a maior excitação do mundo !

Mas férias era isso mesmo!

Ouço ainda ao longe o barulho e a confusão das nossas vozes, as brincadeiras sem fim, a risota pegada, as sestas obrigatórias (que na altura eram a maior seca da vida), os passeios de carro, os dias na praia (enormes),os banhos na lagoa (hoje transformada numa moderna praia fluvial), os desejos pedidos a cada estrela cadente que víamos cruzar os céus (Deus queira que o.. me peça namoro), os geladinhos que íamos comer todas as noites (chocolate, sempre), as partidas que pregávamos, os nossos passeios de bicicleta, as noites quentes e estreladas no Alentejo, o som dos grilos, as taças de tomate com açúcar (invenção da minha mãe para nos fazer comer tomate e que se transformou rapidamente numa gulodice obrigatória para todas nós (até a Maria não a dispensa hoje),os passeios até Espanha (já que estávamos ali tão perto), a choradeira que era de cada vez que vez que as férias acabavam e tínhamos de regressar a Lisboa !

As saudades instalavam-se e a única coisa a fazer para as abrandar um pouco era iniciar a contagem decrescente para as férias do ano seguinte....

publicado às 10:14

Férias: malas e malinhas!

por Teresa, em 19.07.14



Finalmente uma semana de férias longe da rotina, do trabalho, do ruído da cidade, desta lufa-lufa constante, enfim.... Longe de tudo!

A mala,ao contrário de antigamente, é feita em três tempos! Dantes levava este mundo e o outro, acabando por ir carregadíssima, e usar apenas um terço daquilo que levava. Actualmente e, apesar de ainda não conseguir levar uma mala pequena para uma semana que seja, já começo a estar mais próxima da realidade.... Mas..ao chegar ao destino fico sempre com a sensação de que afinal me está a faltar imensa coisa e não tenho nada do que queria.... Enfim...lá para os 70 anos pode ser que acerte!

Gostava tanto de ser como uma das minhas cunhadas que leva só o estritamente necessário! Que inveja tenho quando a vejo sair com uma malinha de cabine, para uma viagem de 15 dias, ao outro lado do mundo!Como conseguirá?!!!!!

Sempre me fez mais sentido aquelas cenas dos filmes antigos em que as pessoas, cada vez que se deslocavam de um lado para o outro levavam malas,baús,arcas e mais malas.....um espanto!!!!! Também queria!!!!

A Maria, ao menos, anda sempre com uma malona,maior do que ela , independentemente da duração da estadia : dois dias ou um mês para ela é igual. O facto é que,como explica sempre, no momento em que faz a mala não sabe o que lhe vai apetecer usar, na altura devida. Assim, o melhor é trazer a casa às costas. Encontrou a melhor solução para ela .

Quanto a mim estou prontíssima para as mini- férias e, apesar destas dúvidas metódicas relativamente ao tamanho da mala, tenho a certeza de que levo na bagagem o mais importante :
o meu marido e a minha filha- check!

publicado às 11:13


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